BPM (do inglês business process management, gestão de processos de negócio) é a disciplina de tratar o trabalho recorrente da empresa como processos que podem ser desenhados, executados, medidos e melhorados. Ela costuma ser descrita como um ciclo: identificar e mapear o processo, executá-lo, monitorar o desempenho e melhorar.
O termo cobre tanto a prática de gestão quanto o software. Uma suíte de BPM (às vezes chamada de BPMS) permite modelar processos, muitas vezes em BPMN, uma notação padrão de diagramas, e executá-los com desvios, caminhos paralelos, integrações e regras.
Por que importa
Os processos existem, alguém os gerencie ou não. O BPM os torna explícitos, para que a empresa veja onde o trabalho espera, onde é feito duas vezes e onde depende de uma pessoa só, e então corrija isso de propósito.
BPM pesado e BPM leve
Grandes organizações muitas vezes precisam de suítes completas, com equipes de modelagem e integrações complexas. Equipes pequenas e médias costumam ganhar mais com uma abordagem leve: alguns processos-chave escritos, rodando numa ferramenta de fluxo de trabalho e revisados com regularidade.
Exemplo
Uma empresa de 80 pessoas escolhe cinco processos para começar (exemplo ilustrativo): compras, notas fiscais, admissão, desligamento e acessos de TI. Ela documenta como cada um funciona hoje, coloca todos para rodar numa ferramenta de fluxo de trabalho e revisa uma vez por mês os tempos de ciclo e os passos atrasados.
Erros comuns
- Modelar tudo antes de rodar qualquer coisa.
- Comprar uma suíte para um problema que um checklist resolveria.
- Nenhum dono para cada processo.
- Não medir nada, e a melhoria vira questão de opinião.
O Easyflow fica de propósito na ponta leve: processos lineares com condições, sem caminhos paralelos nem modelagem em diagramas.