Avaliação de desempenho falha menos pelo formulário e mais pela falta de continuidade. A autoavaliação volta atrasada, o gestor dá as notas na véspera, a conversa de feedback nunca entra na agenda e o plano de desenvolvimento combinado na sala é esquecido no trimestre seguinte.
Este modelo roda uma avaliação por colaborador, em cinco passos. O colaborador começa pela autoavaliação do período (1º semestre, 2º semestre, ano completo ou período de experiência): principais entregas, dificuldades, uma nota de 1 a 5 e o que quer desenvolver. Em seguida, o gestor dá notas de 1 a 5 para qualidade das entregas, prazos e comprometimento, trabalho em equipe, e iniciativa e autonomia; o formulário calcula a nota média, e o gestor escreve os pontos fortes e os pontos a melhorar. Depois vem a conversa de feedback, registrada com a data, um resumo e um plano de desenvolvimento com ações, apoio necessário e prazos. O colaborador dá ciência do feedback e pode deixar comentários. Se a nota média ficar abaixo de 3, o RH monta um plano de acompanhamento e marca a próxima avaliação.
Serve para empresas que querem um ciclo de avaliação simples e repetível, com registro escrito, sem adotar um sistema dedicado de gestão de desempenho.