Um cano vazando, um ar-condicionado que parou, uma máquina fazendo um barulho novo: alguém percebe e avisa quem estiver por perto. Daí em diante, depende da memória. Consertos urgentes esperam atrás dos pequenos, prestadores são chamados sem ninguém conferir o preço e ninguém confirma se o problema foi mesmo resolvido.
Este modelo dá a cada conserto uma solicitação com responsável. O solicitante diz onde está o problema, escolhe o tipo (elétrica, hidráulica, ar-condicionado, máquinas e equipamentos, predial, mobiliário ou outro) e a urgência, de “pode esperar” a “urgente: risco à segurança ou trabalho parado”, descreve o problema e anexa fotos. A manutenção tem um dia útil para avaliar, decidir entre a equipe interna e um prestador externo, estimar o custo e agendar o serviço. Consertos estimados acima de R$ 500 passam pela aprovação do custo, que registra o centro de custo. Depois o serviço é executado e registrado com uma tabela de materiais e a mão de obra, o formulário calcula o custo final e o solicitante confirma que o problema foi resolvido.
Funciona em escritórios, lojas, galpões, escolas e pequenas fábricas em que uma pessoa de facilities ou uma pequena equipe de manutenção recebe pedidos de muita gente. Por exemplo: a troca de uma torneira de R$ 180 vai direto para a execução, e o conserto de um compressor de R$ 1.200 espera a aprovação.